A mesma coisa, de outro jeito.

"Malas prontas, cadeados fechados.
A vida nas bagagens? Não mesmo. A vida pra trás, aqui no Brasil.

Eu tô muito feliz de ter essa oportunidade. Muito feliz de ter conquistado tudo isso junto com meu pai. Muito mesmo. Mas óbvio, sinto um aperto enorme no peito.
É uma mistura de felicidade, ansiedade e medo. É não saber o que vem pela frente. É um frio na barriga, daqueles que a gente tem na montanha russa. É euforia e nervosismo. É bom e ruim, mas é bom. É uma tpm mil vezes maior. Me ofender com uma brincadeira, rir de coisas sérias e chorar feito um bebê. E chorar o dia inteiro. E chorar por saudade antecipada. E chorar porque fulano não ligou se eu vou ficar seis meses longe. E chorar porque caiu alguma coisa no chão. E chorar porque o telefone toca demais. E chorar porque a unha quebrou. Chorar, chorar, chorar. É um saco… e olha que eu sou acostumada a chorar BASTANTE. Mas não tá dando não. Quero logo ou não quero tão cedo. Eu sei lá!
É muito esquisito. Mas é bom. Mas é esquisito.
Eu quero mais abraços e mais beijos e mais carinhos e mais tudo. E quero tudo que não terei lá em excesso hoje, mas sei que não é possível. rs
Continuo achando esquisito o jeito de algumas pessoas, continuo não entendendo. Mas sinto que a ficha da maior parte das pessoas já caiu, mas sei que o mundo não gira em torno disso e só eu que estou fazendo disso uma tempestade no copo d’água, porque só o meu mundo é isso agora.
Enfim, eu nem sei porque to escrevendo esse monte de coisas sentimentais agora, mas é pra isso que serve esse blog, né?
Esse é o último post antes da viagem. E sei que não deveria ser nesse astral, mas acho que isso é só preocupação e medo. Eu sei que tô feliz, sei que tô MUITO grata por tudo isso e sei que tudo está perfeito. Ainda não consegui demonstrar por aqui como é grande a felicidade que estou sentindo dentro de mim, mas talvez quem sabe quando eu chegar lá?!”

(http://itsvegasbebe.blogspot.com.br/2012/04/montanha-russa.html)

23, July 2014

Ser colocada justamente nessa situação foi a pior coisa.
Esse peso sobre os meus pés me faz perder a direção.
Tudo dói em mim. Como se meu corpo tivesse sofrido a agressão.
Eu sei o quanto dói em mim.
Meu corpo está vazio.
Minha mente, uma bagunça.
Eu me sinto perdida, sem ter onde ir.
Eu já não sei mais quem eu fui.
Já não sei quem eu sou.
Eu já não sei o que é certo.
Não sei dizer o que é errado.
Eu não sei mais nada.

25, June 2014

Eu não sei bem o motivo. Eu queria o seu abraço.
Acho que fiquei vulnerável com toda essa situação.
As coisas já não são as mesmas.
Envelheci muitos anos em 4 dias.
Tudo está fora do lugar. Tudo indo para a mesma direção.
Eu quero olhar nos seus olhos e enxergar dentro de você. Tudo que tu é, tudo que eu sou. Tudo que nós fomos.
Eu quero que me diga tudo que tem dito, olhando para mim. De cabeça erguida.
Quero um abraço.
E adeus.

25, June 2014

Vem pra cá!
Vamos andar de mãos dadas. Vamos sentar na pedra e ver o fim do dia, não importa se está nublado.
Vamos correr da chuva. Vamos rir disso tudo e escutar “música-para-deprimidos” no volume máximo dentro do carro, enquanto nos aquecemos do frio que faz lá fora.
Vem! Vamos falar da vida e encontrar inspiração no desabafo um do outro. Vamos nos alimentar de sentimentos enquanto esperamos a comida chegar na mesa.
Vai! Vê o teu mundo todo de longe, seja feliz! Mas volta aqui.
Volta pra eu te explicar porque o meu adeus foi tão frio…
Volta… pra eu te dizer que uma das tardes mais solitarias foi aquela que você foi embora e me deixou na minha vida.
Volta, que é pra eu te contar que terminei de beber o meu café na chuva, que se confundia com as lágrimas que ficaram por aqui depois que sumi de você.
Fica. Lê o que eu digo.
Chega de silêncio.
Me desculpa pela confusão. Eu só queria me ajudar.

Eu só não sei como te dizer.
Podemos voltar um ano e meio?

25, May 2014

Existem coisas que martelam nas nossas cabeças. Tenho tido tantas delas, que não sei por onde começar.
Estou olhando para o céu e pedindo pras estrelas que você escute meus pensamentos, não pelo motivo de sempre. Não é o cansaço que me impede de te dizer tudo que penso. Tão pouco por amar você.
Não é amor. Não é paixão. Mas eu não sei definir.
Eu não sei o que mudou em mim e muito menos como isso passou a ser constante na minha cabeça. Não sei dizer o motivo, nem explicar o que eu quero. Acho que eu quero que você saiba até o que eu não sei.
Toda vez que me lembro daquela noite, me dá uma saudade…
Sinto falta de ser o que fui. O que fomos. Acho que eu só queria me sentir daquele jeito de novo.
E pra provar a grande bagunça que eu sou, estou aqui, escrevendo pra você não ler. Repetindo o padrão da minha vida. Assumindo, nesse momento, o que eu mesma não sabia.
Eu só quero que você saiba que eu estou pensando em você.

13, May 2014

É muito difícil tentar.
Estar bem comigo mesma é o primeiro passo. Ok.
Mas e quanto ao resto?
Como dizer para alguém tudo que te sufoca?
Como sair do beco sem saída?
Como voltar atrás e ter medo de errar? De novo e de novo e de novo…
Eu não sei.
Eu nunca sei como agir. Todas as formas diferentes que existem eu já tentei, mas as pessoas também são diferentes.
Como saber quem é você?
Eu já disse: me diz!
E sem resposta continuo andando sozinha…
Quando é que vou parar de escrever tantas perguntas?

13, May 2014

-O que acontece quando não nos permitimos mudar?
-Ficamos estagnados.
-Sim. Quando resistimos ao que precisa acontecer, fazemos mais estrago do que percebemos. Violamos a ordem natural da vida.

"Não há constante a não ser a mudança."

(Being Erica - S04E11)

7, May 2014

"Trade a fantasy for reality and you might feel like Alice back from Wonderland.The world may not sparkle and shine, but the ground will be solid beneath your feet and your eyes will be open to all the adventures that lie waiting for you right here in the real world."

(Being Erica - S04E09)

29, April 2014

"Dizem que sem risco não há recompensa.
Talvez vá mais longe que isso.
Sem risco não há exploração,
nem descoberta, nem prazer.
Então não perca tempo.
Arrisque e veja o que aparece.”

(Being Erica S04E05)

23, April 2014

" Talvez hoje eu sinta mais saudade do que tu era, não mais do que tu é. Hoje eu tenho tuas palavras, mas elas não são mais doces, elas cortam, elas ferem. E sempre que você volta como tem voltado eu sinto essa dor, essa saudade, esse amor. São coisas ruins e coisas boas que misturam as sensações. São sentimentos assustadores e aconchegantes, tudo no mesmo momento.
E é isso que tu faz em mim.
Assusta. Protege. Tudo junto.
E é disso que tenho medo. E quando você parar?
Quem vai sentir exatamente quando estou com saudade e voltar pra minha vida? Quem vai me escutar falando dos meus planos com tanta certeza e acreditar que eles serão verdade? Somente você faz isso por mim. Só você.
E eu estou cada vez mais distante disso tudo.
Quem vai me deixar feliz com uma mensagem, um ‘oi’, um sorriso? Quem vai me fazer acreditar que tudo vai dar certo e que eu vou conseguir me sentir melhor no ano que vem?
Sem você não dá. Sem você eu volto atrás, eu me perco. Prefiro me perder com você. Em você.
Sinto tua falta, sinto falta da subida e da descida. Sinto falta da montanha russa. E, no final, sinto falta somente de você, do teu abraço.”
( escrevienaomandei )

16, April 2014

Éramos nós dois. Do jeito que sempre fomos.
A fumaça entrava queimando a garganta.
A gente ria, se olhava.
Tossíamos juntos enquanto a música tocava.
Falávamos de amor. Da vida. De querer ser e ter. Dos sonhos.
Mais um trago.
Nos olhávamos como nunca antes.
Agora, nossa sinceridade ultrapassava as palavras.
Nós transpirávamos verdades.
Éramos dois adolescentes descobrindo o prazer de ser o outro.
Nossos dedos se entrelaçavam. Podíamos perceber os sentimentos por entre os nós.
Éramos nós dois. Do jeito que nunca fomos.
Carne, unha e coração.
Num bem tão grande que sabíamos, éramos o que deveríamos ser.
Éramos eu, você, a fumaça e o sentimento.

E eu acordei.

27, March 2014

É que eu não tive tempo de chorar as mágoas dessa desilusão.
Você não me fez só mal, mas o mal que me fez superou tudo que havia de bom em nós.
Não tenho direito de te dizer isso hoje com todas as palavras, mas quem me dera.
Eu queria te mostrar como você foi covarde. Como foi tudo que eu não esperava.
Eu queria te fazer entender que não precisava ser assim.
Queria te mostrar que quem errou foi você. Sempre.
E hoje (só hoje) eu sei.
Olha quanto tempo me levou pra tirar aquela culpa das costas.
Olha quantas coisas você mudou em mim, que não fazia ideia.
Você me fez pior.
Me fez, sim, mais forte. Mas me fez pior.
E é isso.
Você, sem dúvidas, foi a maior decepção.
Você foi o maior erro.
Sem dúvidas, você foi a maior entrega sem respostas.

27, March 2014

Tô com saudade.
Tô com saudade do castelo que você construiu.
Saudade do universo que você desenhou pra nós.
Sinto saudade de ser aquele alguém e de ter VOCÊ como aquele alguém.
Eu sinto falta de um romance, mas sinto muito mais falta do nosso romance.
Não é com você que eu quero estar hoje, mas como eu queria querer!
Eu queria querer te amar como te amei, de novo e de novo. E pra sempre, como deveria ser.
Eu queria viver na nossa casinha amarela, queria ter um macaco, falar do passado, passar férias em Cabo Frio, te chamar de apelidos.
Eu queria a rede na varanda, o chinelo com meia e o casaco dos quatro elementos.
Eu queria escutar Armandinho no sofá da sala, comendo joelho, falando do tempo.
Eu queria jogar Mario Kart, um domingo de futebol e dormir de conchinha.
Queria voltar no tempo, viver com você.
Eu queria VIVER VOCÊ, como nunca fiz.

Sinto sua falta.
E esse é o “eu não te amo” mais sincero do mundo.
Mas eu amo nós dois.

"É que lá, eu me sentia em casa. Como deve ser."

26, March 2014

”- And the hardest part is that I know that you didn’t mean to hurt me.

- Of course I didn’t.

- But you did. Jenny, you did. And this time, I can’t… I can’t fix it for you. And I can’t make you feel better. And I can’t make myself feel better by helping you.”

Being Erica - S03E07

25, March 2014

Nos encontramos por aqui, nesse mundo onde nada existe de verdade. Tudo por causa da música.
Você veio e foi embora.
E depois disso fomos quase nada. Exceto pelo elo gigantesco que nos unia e nós nem sabíamos o porquê.
O carinho que eu sinto por você me faz estremecer toda vez que penso que talvez não te veja nunca mais.
Eu não sei qual é o motivo, mas gosto de ter você na minha vida.
Nós não conversamos, não nos vemos. Nós não somos nada. Mas você é muito pra mim.
Eu sinto tanto a sua falta que dói te ver tão longe de mim por entre essa tela.
Sinto falta de falar com você todos os dias e de imaginar como seria te encontrar.
Sinto falta daquelas tardes, de jogar conversa fora.
Sinto falta daquelas ligações no skype.
Sinto falta de correr da chuva e de olhar o por do sol.
E, acredite, sinto falta do aperto que me deu no peito te esperando descer do avião.
Sinto falta de você, como se tudo isso não tivesse sido apenas uma vez.

Que tal mais um café?

13, March 2014